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19/03/2019

Família Acolhedora: Serviço de Acolhimento precisa de voluntários dispostos a oferecer amor

Família Acolhedora: Serviço de Acolhimento precisa de voluntários dispostos a oferecer amor

“Seja uma família acolhedora!”. Esta é a proposta da Secretaria Municipal de Assistência Social de Assis Chateaubriand às pessoas dispostas a oferecer um gesto de amor e se interessem em acolher temporariamente crianças e adolescentes que,por ordem judicial, foram afastados de suas famílias de origem.

O Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora foi lançado em novembro do ano passado com o objetivo de oferecer possibilidade de convivência familiar e comunitária a crianças, adolescentes ou grupos de irmãos em situação de desproteção.

Ofertado pelo Município, através de uma equipe técnica específicaformada por psicóloga e assistente social, o Serviço vem buscando voluntários e, desde seu lançamento, algumas pessoas já demonstraram interesse e apoio à iniciativa.

Como se tornar uma Família Acolhedora?

O primeiro passo é procurar a Secretaria de Assistência Social e da Mulher para buscar mais informações sobre o Serviço de Acolhimento. A família precisa ser moradora de Assis Chateaubriand há mais de três anos, ter idade acima de 21 anos e condições sociais para prover as necessidades da criança, entre outras questões analisadas.

Cada família pode acolher a criança ou o adolescente por um período máximo de dois anos. A partir de então, a Justiça decidirá se ela será reinserida à sua família de origem ou encaminhada para adoção.

Enquadrando-se dentro dos critérios, é feito cadastro, avaliação, seleção e capacitação das famílias para que recebam as crianças em seus lares. Como incentivo, é pago uma bolsa auxílio de um salário mínimo.

Apoio do Poder Judiciário

Desde o seu lançamento, a implantação do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora conta com total apoio do Poder Judiciário local, pois a secretária de Assistência Social, Silvania Dioto, afirma que o projeto representa um importante avanço para a Política de Atendimento e Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente.

“A família acolhedora caracteriza a continuidade da convivência familiar num ambiente sadio, onde ela se compromete em assumir a criança como filho, se coloca como parceira do sistema de proteção e auxilia na preparação para o retorno à família de origem, substituta ou para posterior adoção”, diza secretária.

 

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Fonte: ASSIS CHATEAUBRIAND | CIDADE PORTAL | ASSESSORIA DE IMPRENSA

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